Saúde em SP indica vacinas que devem ser tomadas no período de férias
A Secretaria de Estado da Saúde indica quais as vacinas os paulistas devem tomar neste período, gratuitamente, para garantir a devida proteção.
As preocupações se voltam, especialmente, para a rubéola. Em 2007, o número de casos teve aumento expressivo em todo o país. A vacina Tríplice Viral, que também imuniza contra sarampo e caxumba, está disponível em qualquer posto de saúde.
A vacinação contra rubéola é indicada para crianças com um ano de
idade, com reforço entre 4 e 6 anos. Mas todos os adultos nascidos a partir de 1960 que não receberam a vacina ou não tiverem comprovação na carteira de vacinação também podem procurar um posto de saúde em qualquer data do ano.
Como a ordem é atualizar a caderneta, é importante que os adultos aproveitem para receber a vacina dupla, contra difteria e tétano. São três doses para garantir a imunização. A segunda deve ser tomada dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a segunda dose. Depois disso é necessário receber uma dose da vacina a cada dez anos. Crianças menores de um ano também devem receber a vacina DTP, contra tétano, difteria e coqueluche, com reforço entre 4 e 6 anos de idade.
Para quem vai nestas férias às regiões norte e centro-oeste do Brasil, aos estados do Maranhão e Minas Gerais, à região oeste do Estado de São Paulo, além de alguns municípios da Bahia, Piauí, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, é fundamental receber uma dose da vacina contra a febre amarela. A vacina tem validade por dez anos e deve ser tomada até dez dias antes da viagem. No site do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado (www.cve.saude.sp.gov.br) é possível consultar a lista de unidades de saúde que imunizam contra a doença.
E para quem possui até 19 anos de idade, mesmo que não pretenda viajar nestas férias, a dica é aproveitar o tempo livre para tomar a vacina contra a hepatite B. A doença transmitida principalmente por meio de relações sexuais sem preservativo, transfusões de sangue e uso compartilhado de seringas e agulhas entre usuários de drogas. Para ficar imune à doença são necessárias três doses. Atualmente, a estimativa é de que 4,6 milhões de paulistas estejam sem proteção contra a hepatite B.