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Não existe uma medicação específica
para a doença. “O tratamento consiste basicamente no
repouso relativo e no alívio dos sintomas”, explica
a infectologista cooperada da Unimed João Pessoa, Joana D’Arc
Morais Frade. Os indícios mais comuns da patologia são
náuseas; mal-estar; febre moderada a baixa; pele e mucosas
amareladas (icterícia); vômitos; e falta de apetite.
Muitas vezes os sintomas são confundidos com uma virose qualquer.
Além do contágio por meio de água mal tratada
e alimentos contaminados, o indivíduo pode portar a hepatite
A por meio do contato com alguém que tenha. Um dos cuidados,
quando se diagnostica, é isolar o portador da doença.
A médica explica que é importante também separar
copos, pratos e talheres, além de evitar a relação
íntima com quem possui o vírus.
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| Apesar da facilidade de infecção, a hepatite A possui
uma vacina. Indicada a “todos os suscetíveis à
doença, particularmente, crianças e adolescentes bem
como os portadores de doenças imunodepressoras, que são
as cardiopatias, pneumopatias, complicações renais e
Aids”, explica a infectologista. Profissionais de saúde
e da educação, principalmente, em áreas onde
a enfermidade é mais comum, também devem receber a dose.
A vacinação contra esta forma de hepatite não
está no programa oficial do Ministério da Saúde.
Como evitar
- Sempre beber água clorada ou fervida.
- Comer alimentos cozidos, quando a procedência é desconhecida.
- Lavar as mãos antes das refeições e após
usar o banheiro.
- Não consumir frutos do mar crus ou mal cozidos.
- Não beber nada alcoólico após a descoberta
da doença e nos seis meses decorrentes.
Disponível no endereço: http://www.unimed.com.br/pct/index.jsp?cd_canal=34393&cd_secao=43894&cd_materia=51221
Data de acesso: 18 de Setembro de 2007.
Fonte: Unimed do Brasil. Autor: Aline Molica.
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